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PROLOPA 125 MG FRASCO 30 COMPRIMIDOS DISP

ROCHE

COMPRAR PROLOPA 125 MG FRASCO 30 COMPRIMIDOS DISP
de R$ 67,56 por R$ 59,90 3x de R$ 19,97
Preço para SP: 59,90
Indicado para o tratamento de pacientes com doença de Parkinson
Nome do Produto: PROLOPA 125 MG FRASCO 30 COMPRIMIDOS DISP
SKU: 2360
Código EAN: 7896226503721
Registro Ministério da Saúde: 1010000640126
Princípio Ativo: LEVODOPA+CLORIDRATO DE BENSERAZIDA
Fabricante: ROCHE
SAC Fabricante: 0800-7720-289
E-mail Fabricante: SAC@ROCHE.COM.BR

Mais informações sobre o produto:

Bula


Prolopa® Roche
levodopa + cloridrato de benserazida
Antiparkinsoniano
IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO
Nome do produto: Prolopa®
Nome genérico: levodopa + cloridrato de benserazida
Formas farmacêuticas, via de administração e apresentações
Prolopa® comprimidos 250 mg. Uso oral. Caixa com 30 comprimidos birranhurados.
Prolopa® HBS* cápsulas 125 mg. Uso oral. Caixa com 30 cápsulas.
Prolopa® comprimidos dispersíveis 125 mg. Uso oral. Caixa com 30 comprimidos dispersíveis.
*HBS é uma sigla adotada internacionalmente e significa Hydrodynamically Balanced System, uma
apresentação especial que propicia uma liberação prolongada das substâncias ativas no estômago,
onde a cápsula de Prolopa® HBS permanece por várias horas.
USO ADULTO
Composição
Princípio ativo: levodopa + cloridrato de benserazida.
- Prolopa® comprimidos 250 mg: contém 200 mg de levodopa (L-dopa) e 57 mg de cloridrato de
benserazida, correspondente a 50 mg de benserazida.
Excipientes: manitol, fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, amido, povidona, estearato
de magnésio, etilcelulose, óxido de ferro vermelho, ácido silícico, dioctilsulfosuccinato de sódio.
- Prolopa® HBS* cápsulas 125 mg: contém 100 mg de levodopa (L-dopa) e 28,5 mg de cloridrato de
benserazida, correspondente a 25 mg de benserazida.
Excipientes: hipromelose, óleo vegetal hidrogenado, fosfato de cálcio dibásico anidro, manitol, talco,
povidona, estearato de magnésio.
- Prolopa® comprimidos dispersíveis 125 mg: contém 100 mg de levodopa (L-dopa) e 28,5 mg de
cloridrato de benserazida, correspondente a 25 mg de benserazida.
Excipientes: ácido cítrico anidro, amido pré-gelatinizado, celulose microcristalina, estearato de
magnésio.
INFORMAÇÕES AO PACIENTE
Solicitamos a gentileza de ler cuidadosamente as informações abaixo. Caso não esteja seguro a
respeito de determinado item, favor informar ao seu médico.
1. AÇÃO DO MEDICAMENTO
Prolopa® é uma associação das substâncias levodopa e cloridrato de benserazida, indicado para
o tratamento de pacientes com doença de Parkinson. A presença da substância benserazida
ajuda a preservar o efeito terapêutico da levodopa, além de diminuir as suas reações
indesejáveis. Prolopa® HBS na forma cápsula de 125 mg, libera gradativamente as substâncias
ativas no tubo digestivo, garantindo assim um efeito terapêutico por tempo mais longo. Prolopa®
na forma comprimido dispersível 125 mg libera as substâncias ativas mais rapidamente e,
portanto tem o início do efeito terapêutico mais rápido. É indicado para aqueles pacientes com
dificuldades de deglutição ou que necessitem de um efeito terapêutico mais rápido.
2. INDICAÇÕES DO MEDICAMENTO
Prolopa® é indicado para o tratamento de pacientes com doença de Parkinson.
A forma farmacêutica cápsula (Prolopa® HBS) é adequada ao tratamento de pacientes parkisonianos
que apresentam flutuações na resposta ao tratamento. As flutuações podem ser: movimentos
involuntários quando se tem maior concentração das substâncias ativas no organismo, isto é, no pico
de dose de um medicamento, ou dificuldades de movimentação chamada também de deterioração de
final de dose como a imobilidade noturna ou pela manhã, quando se tem menor concentração das
substâncias ativas no organismo. A forma farmacêutica comprimido dispersível é adequada para
pacientes com dificuldades de deglutição ou pacientes que necessitem de um início de efeito
terapêutico mais rápido.
3. RISCOS DO MEDICAMENTO
Contra-indicações
Prolopa® não deve ser administrado à pacientes com hipersensibilidade conhecida à levodopa, à
benserazida ou qualquer componente da fórmula. como também por pacientes com histórico de
úlcera péptica ou episódios de convulsão..
Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos.
Entretanto, inibidores seletivos da MAO-B, como a selegilina e rasagilina, ou inibidores seletivos da
MAO-A, como a moclobemida, não são contra-indicados. A combinação de inibidores da MAO-A e
MAO-B é equivalente a IMAOs não-seletivos e, portanto, não deve ser administrada
concomitantemente com Prolopa® (vide item Interações medicamentosas).
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com doenças descompensadas nas glândulas
endócrinas, nos rins, no fígado e no coração, assim como pacientes com glaucoma de ângulo
fechado ou com história anterior de doenças psiquiátricas graves com componente psicótico.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento utilizado antes ou durante o tratamento.
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com menos de 25 anos de idade (o
desenvolvimento ósseo deve estar completo).
Prolopa® não deve ser administrado à mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar, na
ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com
Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido imediatamente.
Como a passagem de benserazida para o leite materno é desconhecida, mães em tratamento
com Prolopa® não devem amamentar, pois a ocorrência de malformações do sistema
esquelético da criança, não pode ser excluído.
Prolopa® não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação, ou por crianças ou pacientes com
menos de 25 anos; também não devem ser utilizados por pacientes que estejam tomando ou
tenham tomado recentemente inibidores da monoaminoxidase, por pacientes com doenças graves
dos rins, coração, fígado ou glândulas endócrinas, com glaucoma de ângulo fechado ou com
história anterior de algumas doenças psiquiátricas graves. Informe seu médico sobre qualquer
medicamento utilizado antes ou durante o tratamento.
Se estiver usando Prolopa®, informe seu médico caso tenha que se submeter a uma cirurgia.
Não faça uso deste medicamento sem prescrição e acompanhamento médico. Pode ser que
Prolopa® não seja indicado para seu caso, o que só seu médico poderá avaliar. Pela mesma razão,
não ceda nem recomende este medicamento para outras pessoas.
Advertências e Precauções
Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos pré-dispostos.
Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intraocular,
pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular.
Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode
ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®.
Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de
Prolopa® deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com
halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois
flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser
retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico
anterior.
Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro
semelhante a síndrome neuroléptica maligna, que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade
autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo
aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o
paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber
tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a reintrodução de levodopa, após
avaliação apropriada.
Levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino.
Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias, em alguns casos, sem sinais
de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado. Pacientes devem ser informados
disso e aconselhados a ter precaução quando dirigir ou operar máquinas durante o tratamento
com levodopa.
Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem
privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da
terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas).
Agitação, ansiedade, insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer
particularmente em pacientes idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos (vide item
Reações Adversas).
Recomenda-se controle hematológico e de função hepática durante o tratamento.
Em pacientes diabéticos, monitorar com regularidade a glicemia e fazer os ajustes necessários na
dose de hipoglicemiantes.
Medicamentos dopaminérgicos
Vício em jogos de azar, libido aumentada e hipersexualidade têm sido relatados em pacientes
com Doença de Parkinson tratados com agonistas da dopamina . Não há relação causal
estabelecida entre Prolopa®, o qual não é um agonista da dopamina, e estes eventos. Entretanto,
recomenda-se precaução, pois Prolopa® é um medicamento dopaminérgico.
Potencial para dependência da droga ou abuso
Um pequeno subgrupo de pacientes com doença de Parkinson apresentou distúrbio cognitivo e
comportamental que puderam ser diretamente atribuído ao aumento da quantidade de ingestão da
medicação sem prescrição médica e ao aumento das doses requeridas para tratar suas
inabilidades motoras.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Pacientes tratados com levodopa e que apresentam sonolência e/ou episódios de sono de início
repentino devem ser advertidos para evitar dirigir ou se engajar em atividades nas quais a
desatenção pode colocar eles ou outros em risco de ferimento grave ou morte (ex. operar
máquinas) até que os episódios recorrentes e sonolência sejam resolvidos.
Uso em casos de insuficiência renal
Prolopa® é extensamente metabolizado e menos que 10% do levodopa é excretado sem
alteração pelos rins. Portanto no caso de insuficiência renal leve ou moderada não é necessária
redução de dose.
Dados da farmacocinética da levodopa em pacientes com insuficiência renal não estão
disponíveis. Prolopa® é bem tolerado por pacientes urêmicos em esquema de hemodiálise.
Uso em casos de insuficiência hepática
Levodopa é metabolizada principalmente pela descarboxilase (aminoácido aromático) que está
presente em abundância no trato intestinal, nos rins, no coração e também no fígado.
Dados da farmacocinética da levodopa em pacientes com insuficiência hepática não estão
disponíveis.
Interações medicamentosas e alimentares
Informe seu médico sobre qualquer medicamento utilizado antes ou durante o tratamento.
Observa-se redução do efeito, quando Prolopa® é ingerido com uma refeição rica em proteínas.
Interações farmacocinéticas
A associação do anticolinérgico trihexifenidil com comprimidos convencionais de Prolopa® 250
reduz a taxa , mas não a extensão, da absorção de levodopa. A administração de trihexifenidil
com Prolopa® HBS não afeta a farmacocinética da levodopa.
A administração concomitante de antiácidos com Prolopa® HBS reduz a extensão da absorção de
levodopa em 32%.
Sulfato ferroso reduz a concentração plasmática máxima e a área sob a curva de levodopa em 30
a 50%. As alterações farmacocinéticas observadas durante a co-administração de sulfato ferroso
parecem ser clinicamente significantes em alguns, mas não em todos os pacientes.
A metoclopramida aumenta a taxa de absorção de levodopa.
Não há interações farmacocinéticas entre a levodopa e os seguintes compostos: bromocriptina,
amantadina, selegilina e domperidona.
Interações farmacodinâmicas
Neurolépticos, opióides e medicamentos antihipertensivos contendo reserpina inibem a ação de
Prolopa®.
Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos. Se
Prolopa® for administrado a pacientes em uso de IMAOs não-seletivos, deve-se aguardar um
intervalo mínimo de 2 semanas entre a interrupção do IMAO e o início do tratamento com
levodopa. Caso contrário, podem ocorrer efeitos adversos como crise hipertensiva (vide item
Contra indicações). IMAOs-B seletivos, como a selegilina e rasagilina, e IMAOs-A seletivos, como
a moclobemida, podem ser prescritos a pacientes em tratamento com Prolopa®; recomenda-se
reajustar as doses de levodopa, conforme as necessidades individuais dos pacientes, em termos
de tolerabilidade e eficácia. A combinação de inibidores seletivos de MAO-A e MAO-B é
equivalente ao uso de IMAOs não-seletivos, e não deverá ser administrada juntamente ao
Prolopa®.
Prolopa® não deve ser administrado concomitantemente com simpatomiméticos como epinefrina,
norepinefrina, isoproterenol ou anfetamina, pois a levodopa pode potencializar seus efeitos. Se
houver necessidade de administração concomitante, é essencial monitoração rigorosa do sistema
cardiovascular e pode ser necessária redução da dose do simpatomimético.
A associação com outros produtos antiparkinsonianos como anticolinérgicos, amantadina e agonistas
dopaminérgicos é permitida; entretanto, tanto os efeitos desejados, como os efeitos adversos podem
ser intensificados, e pode ser necessária redução da dose de levodopa ou do outro
antiparkinsoniano.Quando iniciado o tratamento adjuvante com o inibidor da COMT, a redução de
Prolopa® pode ser necessária. Anticolinérgicos não devem ser retirados abruptamente quando se
iniciar o tratamento com Prolopa®, pois o efeito da levodopa não é imediato.
Gravidez e amamentação
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou
do cirurgião-dentista.
Prolopa® não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou com possibilidade de engravidar, na
ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com
Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido (conforme recomendação médica).
Mães que estejam amamentando: como a passagem de benserazida para o leite materno é
desconhecida, mães em tratamento com Prolopa® não devem amamentar, pois a ocorrência de
malformações do sistema esquelético da criança, não pode ser excluído.
Este medicamento é de uso adulto.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro
medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua
saúde.
4. MODO DE USO
Sempre utilize Prolopa® exatamente como seu médico recomendou. Não mude as doses, em
hipótese alguma, as doses por sua conta. Pode ser prejudicial para à sua saúde.
Formas farmacêuticas
Prolopa® comprimidos 250 mg. Comprimidos de forma cilíndrica biplanar, coloração vermelho
pálido a fosco, gravado no lado superior ROCHE com hexágono e ranhura cruzada e no lado
inferior ranhura cruzada. Prolopa® HBS* cápsulas 125 mg. Cápsula com coloração azul claro
opaco no corpo e verde escuro opaco na tampa, de superfície limpa e contendo impressão
ROCHE.
Prolopa® comprimidos dispersíveis 125 mg. Comprimidos de forma cilíndrica biplanar, coloração
branco a quase branco, gravado no lado superior ROCHE 125 e no lado inferior ranhura nítida.
Modo de administração
Os comprimidos convencionais de Prolopa® 250 podem ser partidos (são birranhurados) para
facilitar a deglutição.
As cápsulas de Prolopa® HBS devem ser deglutidas inteiras, sem mastigar.
Os comprimidos dispersíveis de Prolopa® devem ser dissolvidos em água, em volume
correspondente a ¼ de copo (aproximadamente 25 - 50 ml). Os comprimidos se desintegram
completamente, produzindo uma solução de coloração leitosa, em poucos minutos. Devido à
rápida sedimentação, recomenda-se agitar a solução antes de tomá-la. Os comprimidos
dispersíveis de Prolopa® devem ser ingeridos até ½ hora após a preparação da dispersão.
Sempre que possível Prolopa® deve ser tomado no mínimo 30 minutos antes ou 1 hora após as
refeições. Efeitos adversos gastrintestinais, podem ocorrer principalmente nos estágios iniciais do
tratamento, e podem ser controlados, em grande parte, com a ingestão de Prolopa® com um
pequeno lanche (por exemplo, biscoitos) ou líquido, ou com o aumento gradativo da dose.
. Os comprimidos de Prolopa® dispersível devem ser dissolvidos em um quarto de copo de água; a
solução deve ser ingerida até 30 minutos após preparada. As cápsulas de Prolopa® HBS devem
ser ingeridas sem mastigar. Se você tiver algum tipo de intolerância gastrintestinal no início do
tratamento com Prolopa®, este pode, como alternativa, ser ingerido com um pequeno lanche (p. e.
biscoitos) ou algum líquido.
Pode ocorrer alteração na coloração da urina, passando, em geral, a avermelhada, e tornando-se
mais escura, se guardada.
Interrupção do tratamento
Seu médico sabe o momento ideal para interromper o tratamento. Quaisquer dúvidas que surjam
durante o tratamento com Prolopa® procure seu médico.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto
do medicamento.
Prolopa® HBS cápsulas: este medicamento não pode ser partido nem mastigado.
5. REAÇÕES ADVERSAS
Prolopa® em geral é bem tolerado, mas eventualmente podem ocorrer efeitos indesejados, tais
como: como náuseas, vômitos, diarréia, falta de apetite, alterações do paladar, movimentos
involuntários, alterações do ritmo cardíaco, redução da pressão arterial associada à posição, reações
cutâneas (prurido ou rubor), anemia, insônia, agitação ou episódios depressivos com ou sem
tendências suicidas, episódios psicóticos, alucinações, delírios, angina pectoris, constipação,
flutuações na resposta terapêutica durante tratamento prolongado com incapacidade temporária e
involuntária de movimento (freezing), efeitos de fim de dose, perda de peso e falta de ar. Estes efeitos
podem ocorrer durante ou após o tratamento com Prolopa®. Caso tenha qualquer reação
desagradável com o uso de Prolopa®, comunique-se imediatamente com seu médico.
Sangue e distúrbios do sistema linfático: anemia hemolítica, leucopenia transitória e trombocitopenia
têm sido relatados em casos raros. Portanto, como em todo tratamento de longo prazo com levodopa,
recomenda-se monitoração periódica hematológica e de função hepática e renal.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: Anorexia foi relatada.
Distúrbios psiquiátricos: depressão pode fazer parte do quadro clínico em pacientes com doença de
Parkinson e podem também ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Agitação, ansiedade,
insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer particularmente em pacientes
idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos.
Distúrbios do sistema nervoso: casos isolados de ageusia ou disgeusia (alteração do paladar) foram
relatados. Em estágios tardios do tratamento, pode ocorrer discinesia (coreiformes ou atetóticos).
Esses, em geral, podem ser eliminados ou tornam-se suportáveis com redução da dose. Com
tratamento prolongado, podem ocorrer flutuações da resposta terapêutica, incluindo episódios de
acinesia, deterioração de final da dose e efeito ?on-off? (liga-desliga). Esses podem ser eliminados ou
são suportáveis, com ajuste da dose e administração de doses individuais menores mais
frequentemente. Posteriormente, pode-se tentar aumentar a dose novamente, para intensificar o
efeito terapêutico. O uso de Prolopa® pode ocasionar sonolência e pode estar associado muito
raramente a sonolência excessiva durante o dia e episódios de sono de início repentino.
Distúrbios cardíacos: arritmias cardíacas podem ocorrer ocasionalmente.
Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática pode ocorrer ocasionalmente. Distúrbios ortostáticos, em
geral, melhoram com redução da dose de Prolopa®.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito e diarréia foram relatados com Prolopa®. Efeitos adversos
gastrintestinais, podem ocorrer predominantemente em estágios iniciais do tratamento, e são em
grande parte controláveis com a ingestão de Prolopa® com alimentos ou líquidos, ou com aumento
gradual da dose.
Distúrbios do tecido subcutâneo e da pele: reações alérgicas como prurido e rubor podem ocorrer em
casos raros.
Investigações: aumento transitório de transaminases e fosfatase alcalina pode ocorrer. Aumento
de glutamiltransferase foi reportado. Elevação dos níveis sangüíneos de uréia pode ser observada
com o uso de Prolopa®.
Pode ocorrer alteração da coloração urinária, passando, em geral, a avermelhada, e tornando-se
mais escura, se guardada.
Caso tenha qualquer reação desagradável com o uso de Prolopa®, comunique imediatamente seu
médico.
6. CONDUTA EM CASO DE SUPERDOSE
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas de superdose são qualitativamente similares aos efeitos adversos de Prolopa®
em doses terapêuticas, mas é provável que sejam mais graves . Superdose pode levar a: efeitos
adversos cardiovasculares (p.e. arritmia cardíaca), distúrbios psiquiátricos (p.e. confusão e insônia),
efeitos gastro-intestinais (p.e. náusea e vômitos) e movimentos involuntários anormais.
Caso um paciente ingira uma superdose de Prolopa® HBS (forma de liberação controlada), a
ocorrência dos sintomas e sinais pode ser retardada devido ao tempo de absorção das substâncias
ativas pelo estômago.
Tratamento
Monitorar os sinais vitais do paciente e instituir medidas de suporte de acordo com o estado clínico do
paciente. Determinados pacientes podem necessitar de tratamento sintomático para efeitos
cardiovasculares (antiarrítmicos) ou efeitos no sistema nervoso central (estimulantes respiratórios,
neurolépticos).
Além disso, para formulações de liberação controlada uma maior absorção deve ser evitada utilizando
método apropriado.
Em caso de superdose procure um centro de intoxicação ou socorro médico.
7. CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO
Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
1. CARACTERÍSTICAS FARMACOLÓGICAS
A dopamina, que age como neurotransmissor no cérebro, não está presente em quantidades
suficientes nos gânglios da base, em pacientes parkinsonianos. A levodopa ou L-dopa (3,4-diidroxi Lfenilalanina)
é um intermediário na biossíntese da dopamina. A levodopa (precursora da dopamina) é
usada como uma pró-droga para aumentar os níveis de dopamina, visto que ela pode atravessar a
barreira hematoencefálica, enquanto que a dopamina não consegue. Uma vez dentro do Sistema
Nervosos Central (SNC), a levodopa é metabolizada a dopamina pela L-aminoácido aromático
descarboxilase.
Após sua administração, a levodopa é rapidamente descarboxilada à dopamina, tanto em tecidos
extracerebrais como cerebrais. Deste modo, a maior parte da levodopa administrada não fica
disponível aos gânglios da base e a dopamina produzida perifericamente freqüentemente causa
efeitos adversos. É, portanto, particularmente desejável inibir a descarboxilação extracerebral da
levodopa. Isso pode ser obtido com a administração simultânea de levodopa e benserazida, um
inibidor da descarboxilase periférica.
Prolopa® é uma associação dessas duas substâncias, na proporção de 4:1 - uma relação que se
tem demonstrado ideal em ensaios clínicos e na experiência terapêutica - e é tão eficaz quanto
grandes doses de levodopa administradas isoladamente.
Prolopa® HBS é uma formulação especial, que proporciona liberação prolongada dos componentes
ativos no estômago, onde a cápsula permanece por 3-6 horas; assim, o estômago serve de
reservatório para o fármaco.
Os comprimidos dispersíveis de Prolopa® são particularmente úteis para pacientes com disfagia
(dificuldade de deglutição) ou pacientes que necessitem uma forma farmacêutica com início de
ação mais rápido, por exemplo, pacientes com acinesia matinal ou vespertina, ou efeito de final de
dose.
Farmacocinética
Absorção
Forma convencional: Prolopa® 250 comprimidos
A levodopa é absorvida principalmente na região superior do intestino delgado e a absorção é
independente do local. Concentrações plasmáticas máximas são atingidas aproximadamente uma
hora após a ingestão de Prolopa® 250 em comprimidos convencionais.
As cápsulas e os comprimidos convencionais de Prolopa®, são bioequivalentes.
A biodisponibilidade absoluta de levodopa nos comprimidos de Prolopa® 250 é de 98%.
A concentração plasmática máxima e a extensão da absorção de levodopa (área sob a curva)
aumentam proporcionalmente com a dose (50 - 200 mg de levodopa).
A ingestão de alimentos reduz a velocidade e a extensão da absorção: a concentração plasmática
de pico é 30% menor e demora mais para ser atingida, quando Prolopa® 250 é administrado após
uma refeição padrão. A extensão da absorção é reduzida em 15%.
Forma dispersível: o perfil farmacocinético da levodopa após a administração de Prolopa®
dispersível, à voluntários sadios e pacientes parkinsonianos é muito semelhante ao observado
após a administração da forma convencional, mas o tempo para a concentração máxima tende a
ser mais curto. A variação interindividual nos parâmetros de absorção também é menor com os
comprimidos dispersíveis administrados em suspensão.
Apresentação de liberação controlada: Prolopa® HBS
As propriedades farmacocinéticas de Prolopa® HBS diferem das observadas com comprimidos na
forma convencional ou dispersível. Os componentes ativos são liberados lentamente no
estômago. Concentrações plasmáticas máximas, 20 a 30% menores que as obtidas com os
comprimidos convencionais, são atingidas aproximadamente 3 horas após a ingestão. A curva de
concentração plasmática versus tempo, mostra uma duração de meia-vida mais longa que com os
comprimidos convencionais, o que indica acentuadas propriedades de liberação controlada. A
biodisponibilidade de Prolopa® HBS é 50 a 70% da biodisponibilidade na forma convencional, em
comprimidos, e não é afetada pela presença de alimentos. A concentração plasmática máxima de
levodopa não é afetada pela presença de alimentos, mas demora mais para ser atingida (5 horas)
quando a administração de Prolopa® HBS é pós-prandial.
Farmacocinética em populações especiais
Dados de farmacocinética em pacientes urêmicos e portadores de insuficiência hepática não estão
disponíveis.
Efeito da idade na farmacocinética da levodopa
Em pacientes parkinsonianos idosos (65 - 78 anos de idade) tanto a meia vida de eliminação da
levodopa como a área sob a curva (AUC) são aproximadamente 25% superiores do que as
observadas nos pacientes jovens (34 - 64 anos de idade).
O efeito da idade, embora estatisticamente significante, é clinicamente desprezível e é de menor
relevância para a programação das doses de qualquer indicação.
Distribuição
A levodopa atravessa a barreira hematoencefálica por um sistema de transporte saturável. Não se
liga à proteínas plasmáticas e seu volume de distribuição é de 57 litros. A área sob a curva de
levodopa no líquor é 12% da do plasma.
Ao contrário da levodopa, a benserazida em doses terapêuticas não atravessa a barreira
hematoencefálica e concentra-se principalmente em rins, pulmões, intestino delgado e fígado.
Biotransformação
A levodopa é biotransformada por duas vias metabólicas principais (descarboxilação e O-metilação) e
duas vias acessórias (transaminação e oxidação).
A descarboxilase de aminoácidos aromáticos converte a levodopa em dopamina. Os principais
produtos finais desta via são o ácido homovanílico e o ácido dihidroxifenilacético. A catecol-Ometiltransferase
metila a levodopa, transformando-a em 3-O-metildopa. Este principal metabólito
plasmático tem uma meia-vida de eliminação de 15 horas e se acumula em pacientes que recebem
doses terapêuticas de Prolopa®.
A redução da descarboxilação periférica de levodopa, quando administrada em associação à
benserazida, se reflete em níveis plasmáticos mais elevados de catecolaminas (dopamina,
noradrenalina) e ácidos fenolcarboxílicos (ácido homovanílico, ácido dihidroxifenilacético).
A benserazida é hidroxilada a trihidroxibenzilhidrazina, na mucosa intestinal e no fígado. Este
metabólito é um potente inibidor da descarboxilase de ácidos aromáticos.
Eliminação
Na presença de levodopa-descarboxilase perifericamente inibida, a meia-vida de eliminação da
levodopa é de aproximadamente 1,5 hora. A meia-vida de eliminação é discretamente mais longa
(cerca de 25%) em pacientes idosos (65 a 78 anos de idade) com doença de Parkinson (vide item
Farmacocinética em populações especiais). O clearance de levodopa plasmática é de cerca de
430 ml/min.
A benserazida é quase completamente eliminada por biotransformação. Os metabólitos são
excretados na urina (64%) e, em menor extensão (24%), nas fezes.
2. RESULTADOS DE EFICÁCIA
A levodopa é a droga mais eficaz para o tratamento de todas as fases da doença de Parkinson,
promovendo melhora significativa dos sintomas motores e da qualidade de vida dos pacientes.
Referências bibliográficas
1. Agid Y. Levodopa:is toxicity a myth? Neurology 1999,50:858-63.
2. Parkinson Study Group. JAMA 2000;284:231
3. Gourdreau J., Ahlskog JE. Symptomatic Treatment of Parkinson´s Disease:Levodopa. Pág 713-
28. In Parkinson´s Disease. Ebadi M e Pfeiffer RF eds., CRC Press, Estados Unidos, 2005.
4. Fahn, Oakes, Shoulson et al and The Parkinson Study Group. Levodopa and the progression of
Parkinson?s disease. N Engl J Med 2004; 351: 2498-2508.
3. INDICAÇÕES
Prolopa® 250 é indicado para o tratamento da doença de Parkinson.
Prolopa® dispersível é uma formulação que é adequada para pacientes com disfagia (dificuldade
de deglutição) ou pacientes que necessitem uma forma farmacêutica com início de ação mais
rápido, por exemplo, pacientes com acinesia matinal ou vespertina, ou efeito de final de dose.
Prolopa® HBS é indicado para pacientes parkinsonianos, com todos os tipos de flutuação (p.e.
discinesias de pico de dose, deterioração de final de dose - como acinesia noturna).
4. CONTRA INDICAÇÕES
Prolopa® não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação, ou por crianças ou; também não
devem ser utilizados por pacientes que estejam tomando ou tenham tomado recentemente
inibidores da monoaminoxidase, por pacientes com doenças graves dos rins, coração, fígado ou
glândulas endócrinas, com glaucoma de ângulo fechado ou com história anterior de algumas
doenças psiquiátricas graves. Informe seu médico sobre qualquer medicamento utilizado antes ou
durante o tratamento.
Deve-se ter cuidado especial em pacientes com antecedentes de doenças cardíacas ou pacientes
diabéticos. Os pacientes com glaucoma de ângulo aberto devem ter a pressão intra-ocular medida
regularmente. Se estiver usando Prolopa®, informe seu médico caso tenha que se submeter a uma
cirurgia.
Não faça uso deste medicamento sem prescrição e acompanhamento médico. Pode ser que
Prolopa® não seja indicado para seu caso, o que só seu médico poderá avaliar. Pela mesma razão,
não ceda nem recomende este medicamento para outras pessoas.
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à levodopa ou à
benserazida.
Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos.
Entretanto, inibidores seletivos da MAO-B, como a selegilina e rasagilina, ou inibidores seletivos da
MAO-A, como a moclobemida, não são contra-indicados. A combinação de inibidores da MAO-A e
MAO-B é equivalente a IMAOs não-seletivos e, portanto, não deve ser administrada
concomitantemente com Prolopa® (vide item Interações medicamentosas).
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com função hepática, renal ou endócrina
descompensada, distúrbios cardíacos, distúrbios psiquiátricos com componente psicótico ou
glaucoma de ângulo fechado.
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com menos de 25 anos de idade (o
desenvolvimento ósseo deve estar completo).
Prolopa® não deve ser administrado a grávidas ou mulheres com possibilidade de engravidar, na
ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com
Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido imediatamente.
Como a passagem de benserazida para o leite materno é desconhecida, mães em tratamento
com Prolopa® não devem amamentar, pois o risco ocorrência de malformações do sistema
esquelético da criança, não pode ser excluído.
5. MODO DE USAR E CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO DEPOIS DE ABERTO
Sempre utilize Prolopa® exatamente como seu médico recomendou. Não mude as doses, em
hipótese alguma, por sua conta. Pode ser prejudicial para sua saúde.
Sempre que possível Prolopa® deve ser tomado no mínimo 30 minutos antes ou 1 hora após as
refeições.
Os comprimidos de Prolopa® dispersível devem ser dissolvidos em ¼ de copo d?água; a solução
deve ser ingerida até ½ hora após preparada. As cápsulas de Prolopa® HBS devem ser ingeridas
sem mastigar. Se você tiver algum tipo de intolerância gastrintestinal no início do tratamento com
Prolopa®, este pode, como alternativa, ser ingerido com algum alimento ou líquido.
Modo de administração
Os comprimidos convencionais de Prolopa® 250 podem ser partidos (são birranhurados) para
facilitar a deglutição e o ajuste posológico.
As cápsulas de Prolopa® HBS devem ser deglutidas inteiras, sem mastigar.
Os comprimidos dispersíveis de Prolopa® devem ser dissolvidos em água, em volume
correspondente a ¼ de copo (aproximadamente 25 - 50 ml). Os comprimidos se desintegram
completamente, produzindo uma solução de coloração leitosa, em poucos minutos. Devido à
rápida sedimentação, recomenda-se agitar a solução antes de tomá-la. Os comprimidos
dispersíveis de Prolopa® devem ser ingeridos até ½ hora após a preparação da dispersão.
Sempre que possível Prolopa® deve ser tomado no mínimo 30 minutos antes ou 1 hora após as
refeições. Efeitos adversos gastrintestinais, que podem ocorrer principalmente nos estágios
iniciais do tratamento, podem ser controlados, em grande parte, com a ingestão de Prolopa® com
um pequeno lanche (por exemplo, biscoitos) ou líquido, ou com o aumento gradativo da dose.
6. POSOLOGIA
Dose usual
O tratamento com Prolopa® deve ser iniciado gradualmente; a dose deve ser estabelecida
individualmente e aumentada gradativamente até otimização do efeito. Portanto, as recomendações
posológicas a seguir devem ser consideradas sugestões.
Tratamento inicial
Nos estágios iniciais da doença de Parkinson, é recomendável iniciar o tratamento com ¼ de
comprimido de Prolopa® 250 (62,5 mg), três a quatro vezes ao dia. Assim que se confirmar a
tolerabilidade ao esquema inicial, a dose pode ser aumentada lentamente, de acordo com a resposta
do paciente.
A otimização do efeito em geral é obtida com uma dose diária de Prolopa® correspondente a 300 a
800 mg de levodopa + 75 - 200 mg de benserazida, dividida em 3 ou mais administrações. Podem
ser necessárias 4 a 6 semanas para se atingir o efeito ideal. Se forem necessários incrementos
adicionais, estes devem ser realizados em intervalos mensais.
Tratamento de manutenção
A dose média de manutenção é de 1/2 comprimido (125 mg) de Prolopa® 250, 3 a 6 vezes ao dia.
O número ideal de administrações (não inferior a 3) e sua distribuição ao longo do dia devem ser
tateados para cada paciente um efeito ideal. Prolopa® 250 pode ser substituído por Prolopa®
HBS ou Prolopa® dispersível, para otimização do efeito.
Instruções posológicas especiais
As doses devem ser aumentadas com cuidado em todos os pacientes (vide item Indicações).
Pacientes em uso de outros agentes antiparkinsonianos podem receber Prolopa®. Entretanto, com a
evolução do tratamento com Prolopa® e os efeitos terapêuticos tornando-se aparentes , pode ser
necessário reduzir ou retirar gradualmente as outras drogastais medicamentos.
Prolopa® dispersível é particularmente indicado para pacientes com disfagia (dificuldade de
deglutição) ou que necessitem uma formulação com início de ação mais rápido, por exemplo,
pacientes com acinesia matinal ou vespertina, ou efeito de final de dose, ou que apresentam
?delayed on? ou encurtamento da duração do efeito (fenômeno ?wearing off? ).
Pacientes com grandes flutuações no efeito do medicamento ao longo do dia (fenômeno "on-off")
devem receber doses individuais menores e mais freqüentes ou passar para o Prolopa® HBS.
A substituição de Prolopa® 250 por Prolopa® HBS deve preferencialmente ser feita de um dia para
outro, iniciando-se com a dose matinal. A dose diária e o intervalo interdose devem inicialmente ser os
mesmos. Dois ou 3 dias após, a dose deve ser gradualmente aumentada em cerca de 50%. Os
pacientes devem ser informados de que sua condição pode deteriorar temporariamente.
Em razão das propriedades farmacocinéticas de Prolopa® HBS, o início de ação é retardado. O
efeito clínico pode ser obtido mais rapidamente, associando-se a forma convencional, Prolopa® 250,
ou Prolopa® dispersível ao Prolopa® HBS. Tal estratégia pode ser particularmente útil para a
primeira dose do dia, que deve preferencialmente ser maior que as doses subseqüentes. O ajuste
posológico individual de Prolopa® HBS deve ser realizado lenta e cuidadosamente, com intervalos de
no mínimo 2 a 3 dias entre os incrementos de dose.
Em pacientes com acinesia noturna, efeitos positivos têm sido relatados com o aumento gradual da
última dose noturna a até 250 mg de Prolopa® HBS, ingeridos ao deitar.
Resposta excessiva ao Prolopa® HBS (discinesia) pode ser controlada, com o aumento do intervalo
entre as doses ao invés da redução da magnitude das mesmas.
Se a resposta ao Prolopa® HBS não for adequada, deve-se retornar ao tratamento com Prolopa®,
na forma convencional ou dispersível.
Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados em relação a possíveis sintomas
psiquiátricos.
Modo de administração
As cápsulas de Prolopa® HBS devem ser deglutidas inteiras, sem mastigar.
Os comprimidos dispersíveis de Prolopa® devem ser dissolvidos em água, em volume
correspondente a ¼ de copo (aproximadamente 25-50 ml). Os comprimidos se desintegram
completamente, produzindo uma solução de coloração leitosa, em poucos minutos. Devido à
rápida sedimentação, recomenda-se agitar a solução antes de tomá-la. Os comprimidos
dispersíveis de Prolopa® devem ser ingeridos até ½ hora após a preparação da dispersão.
Os comprimidos convencionais de Prolopa® 250 podem ser partidos (são birranhurados) para
facilitar a deglutição e o ajuste posológico.
Sempre que possível Prolopa® deve ser tomado no mínimo 30 minutos antes ou 1 hora após as
refeições. Efeitos adversos gastrintestinais, que podem ocorrer principalmente nos estágios
iniciais do tratamento, podem ser controlados, em grande parte, com a ingestão de Prolopa® com
um pequeno lanche (por exemplo, biscoitos) ou líquido, ou com o aumento gradativo da dose.
7. ADVERTÊNCIAS
Reações de hipersensibilidade podem ocorrer em indivíduos predispostos.
Em pacientes com glaucoma de ângulo aberto, recomenda-se medir regularmente a pressão intraocular,
pois a levodopa teoricamente pode aumentar a pressão intra-ocular.
Depressão pode ser parte do quadro clínico em pacientes com doença de Parkinson e ainda pode
ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®.
Recomenda-se controle hematológico e de função hepática durante o tratamento.
Em pacientes diabéticos, monitorar com regularidade a glicemia e fazer os ajustes necessários na
dose de hipoglicemiantes.
Se o paciente em tratamento com levodopa necessitar de anestesia geral, a administração de
Prolopa deve ser continuada até a cirurgia, exceto no caso do halotano. Em anestesia geral com
halotano deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da intervenção cirúrgica, pois
flutuações da pressão arterial e/ou arritmias podem ocorrer. O tratamento com Prolopa® pode ser
retomado após a cirurgia, com reintrodução gradual e elevação da dose até o nível posológico
anterior.
Prolopa® não deve ser interrompido abruptamente. A interrupção abrupta pode produzir quadro
semelhante a síndrome neuroléptica maligna , que se caracteriza por hiperpirexia, instabilidade
autonômica, rigidez muscular acentuada e delirium, com possíveis alterações laboratoriais, incluindo
aumento de creatinofosfoquinase (CPK), e pode ser fatal. Caso ocorram tais sinais ou sintomas, o
paciente deverá ser mantido em observação médica, se necessário, hospitalizado, e receber
tratamento sintomático rápido e adequado, que pode incluir a re-introdução de levodopa, após
avaliação apropriada.
O uso de levodopa tem sido associado com sonolência e episódios de sono de início repentino.
Episódios de sono de início repentino durante as atividades diárias , em alguns casos sem sinais
de aviso ou consciência, tem sido muito raramente relatado . Pacientes devem ser informados
disso e aconselhados a ter precaução quanto dirigir ou operar máquinas durante o tratamento
com levodopa.
Pacientes que tem sonolência comprovada e/ou episódio de sono de início repentino devem
privar-se de dirigir ou operar máquinas. Além disso, uma redução da dosagem ou término da
terapia deve ser considerada (vide item Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas).
Medicamentos dopaminérgicos
Vício em jogos de azar, libido aumentado e hipersexualidade têm sido relatados em pacientes
com Doença de Parkinson tratados com agonistas da dopamina . Não há relação causal entre
Prolopa®, o qual não é um agonista da dopamina, e estes eventos. Entretanto, recomenda-se
precaução, pois Prolopa® é um medicamento dopaminérgico.
Potencial para dependência da droga ou abuso
Um pequeno subgrupo de pacientes com doença de Parkinson sofrendo de distúrbio cognitivo e
comportamental que pode ser diretamente atribuído ao aumento da quantidade de ingestão da
medicação sem prescrição médica e ao aumento das doses requeridas para tratar suas
desabilidades motoras.
Gestação e lactação
Categoria de risco na gravidez: C. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres
grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas
Pacientes tratados com levodopa e que apresentam sonolência e/ou episódios de sono de início
repentino devem ser advertidos para evitar dirigir ou se engajar em atividades onde a desatenção
pode colocar eles ou outros em risco de ferimento grave ou morte (p.e. operar máquinas) até que
os episódios recorrentes e sonolência sejam resolvidos.
Uso em casos de insuficiência renal
Prolopa® é extensamente metabolizado e menos que 10% do levodopa é excretado sem
alteração pelos rins. Portanto no caso de insuficiência renal leve ou moderada não é necessária
redução de dose.
Dados de farmacocinética com levodopa em pacientes com insuficiência renal não estão
disponíveis. Prolopa® é bem tolerado por pacientes urêmicos em esquema de hemodiálise.
Uso em casos de insuficiência hepática
Levodopa é metabolizada principalmente pela descarboxilase de aminoácido aromático que está
presente em abundância no trato intestinal, nos rins, no coração e também no fígado.
Dados de farmacocinética com levodopa em pacientes com insuficiência hepática não estão
disponíveis.
Contra-indicações
Prolopa® não deve ser utilizado durante a gravidez e lactação, ou por crianças ou pacientes com
menos de 25 anos; também não devem ser utilizados por pacientes que estejam tomando ou
tenham tomado recentemente inibidores da monoaminoxidase, por pacientes com doenças graves
dos rins, coração, fígado ou glândulas endócrinas, com glaucoma de ângulo fechado ou com
história anterior de algumas doenças psiquiátricas graves.
Deve-se ter cuidado especial em pacientes com antecedentes de doenças cardíacas ou pacientes
diabéticos. Os pacientes com glaucoma de ângulo aberto devem ter a pressão intra-ocular medida
regularmente.
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade conhecida à levodopa ou à
benserazida.
Prolopa® não deve ser associado a inibidores da monoaminoxidase (IMAOs) não-seletivos.
Entretanto, inibidores seletivos da MAO-B, como a selegilina, ou inibidores seletivos da MAO-A, como
a moclobemida, não são contra-indicados. A combinação de inibidores da MAO-A e MAO-B é
equivalente a IMAOs não-seletivos e, portanto, não deve ser administrada concomitantemente com
Prolopa® (vide item Interação com outros Medicamentos e outras formas de Interação).
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com função hepática, renal ou endócrina
descompensada, distúrbios cardíacos, distúrbios psiquiátricos com componente psicótico ou
glaucoma de ângulo fechado.
Prolopa® não deve ser administrado a pacientes com menos de 25 anos de idade (o
desenvolvimento ósseo deve estar completo).
Prolopa® não deve ser administrado a grávidas ou mulheres com possibilidade de engravidar, na
ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante tratamento com
Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido (conforme recomendação médica).
Mães que estejam amamentando: Como é desconhecido se ocorre passagem de benserazida
para o leite materno, mães em tratamento com Prolopa® não deven amamentar, pois há risco de
ocorrência de malformações do sistema esquelético da criança.
8. USO EM IDOSOS, CRIANÇAS E OUTROS GRUPOS DE RISCO
Prolopa® não deve ser utilizado em mulheres grávidas ou mulheres com potencial para engravidar,
na ausência de método anticoncepcional adequado. Se ocorrer gravidez durante o tratamento com
Prolopa® o medicamento deverá ser interrompido imediatamente (vide item Contra indicações).
durante a gravidez ou por mulheres que estejam amamentando. Caso a paciente venha a engravidar
usando Prolopa®, o tratamento deve ser interrompido imediatamente.
Como é desconhecido se ocorre passagem de benserazida para o leite materno, mães em
tratamento com Prolopa® não devem amamentar, pois a ocorrência de malformações do
sistema esquelético da criança, não pode ser excluído.
Prolopa® não deve ser utilizado por crianças ou pacientes com menos de 25 anos (vide item
Contra-indicações).
Uso em casos de insuficiência renal
Levodopa e benserazida são extensamente metabolizados e menos que 10% da levodopa é
excretada sem alteração pelos rins. Portanto no caso de insuficiência renal leve ou moderada não
é necessária redução de dose.
Dados de farmacocinética de levodopa em pacientes com insuficiência renal não estão
disponíveis. Prolopa® é bem tolerado por pacientes urêmicos em esquema de hemodiálise.
Uso em casos de insuficiência hepática
Levodopa é metabolizada principalmente pela descarboxilase de aminoácido aromático que está
presente em abundância no trato intestinal, nos rins, no coração e também no fígado.
Dados de farmacocinética de levodopa em pacientes com insuficiência hepática não estão
disponíveis.
9. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Interações farmacocinéticas
A associação do anticolinérgico trihexifenidil com comprimidos convencionais de Prolopa® 250
reduz a taxa, mas não a extensão, da absorção de levodopa. A administração de trihexifenidil com
Prolopa® HBS não afeta a farmacocinética da levodopa.
A administração concomitante de antiácidos com Prolopa® HBS reduz a extensão da absorção de
levodopa em 32%.
Sulfato ferroso reduz a concentração plasmática máxima e a área sob a curva de levodopa em 30
a 50%. As alterações farmacocinéticas observadas durante a co-administração de sulfato ferroso
parecem ser clinicamente significantes em alguns, mas não em todos os pacientes.
A metoclopramida aumenta a taxa de absorção de levodopa.
Não há interações farmacocinéticas entre a levodopa e os seguintes compostos: bromocriptina,
amantadina, selegilina e domperidona.
Interações farmacodinâmicas
Neurolépticos, opióides e medicamentos antihipertensivos contendo reserpina inibem a ação de
Prolopa®.
Se Prolopa® for administrado a pacientes em uso de IMAO não-seletivo, deve-se aguardar um
intervalo mínimo de 2 semanas entre a interrupção do IMAO e o início do tratamento com
Prolopa®. Caso contrário, podem ocorrer efeitos adversos como crise hipertensiva (vide item
Contra-indicações). IMAOs-B seletivos, como a selegilina e rasagilina, e IMAOs-A seletivos, como
a moclobemida, podem ser prescritos a pacientes em tratamento com Prolopa®; recomenda-se
reajustar as doses de levodopa, conforme as necessidades individuais dos pacientes, em termos
de tolerabilidade e eficácia. A combinação de inibidores seletivos de MAO-A e MAO-B é
equivalente ao uso de IMAOs não-seletivos, e não deverá ser administrada juntamente ao
Prolopa®.
Prolopa® não deve ser administrado concomitantemente com simpatomiméticos (como epinefrina,
norepinefrina, isoproterenol ou anfetamina os quais estimulam o sistema nervoso simpático), pois a
levodopa pode potencializar seus efeitos. Se houver necessidade de administração concomitante, é
essencial monitoração rigorosa do sistema cardiovascular e pode ser necessária redução da dose do
simpatomimético.
A associação com outros produtos como anticolinérgicos, amantadina e agonistas dopaminérgicos é
permitida; entretanto, tanto os efeitos desejados como os efeitos adversos podem ser intensificados.
Pode ser necessária redução da dose de levodopa ou do outro antiparkinsoniano. Quando iniciado o
tratamento adjuvante com inibidor da COMT, pode ser necessária redução da dose de Prolopa®.
Anticolinérgicos não devem ser retirados abruptamente quando se iniciar tratamento com Prolopa®,
pois o efeito da levodopa não é imediato.
A levodopa pode alterar os resultados de dosagens laboratoriais de catecolaminas, creatinina, ácido
úrico e glicose.
O teste de Coombs pode ser falso positivo em pacientes em uso de Prolopa®.
Observa-se redução do efeito, quando Prolopa® é ingerido com uma refeição rica em proteínas.
Anestesia geral com halotano: deve-se descontinuar o uso de Prolopa® 12 a 48 horas antes da
intervenção cirúrgica na qual se utiliza halotano como anestesia geral, pois flutuações da pressão
arterial e/ou arritmias podem ocorrer (vide item Advertências).
Para anestesia geral e outros anestésicos vide item Advertências.
10. REAÇÕES ADVERSAS A MEDICAMENTOS
Sangue e distúrbios do sistema linfático: anemia hemolítica, leucopenia transitória e trombocitopenia
têm sido relatados em casos raros. Portanto, como em todo tratamento de longo prazo com levodopa,
recomenda-se monitoração periódica hematológica e de função hepática e renal.
Distúrbios nutricionais e do metabolismo: Anorexia foi relatada .
Distúrbios psiquiátricos: depressão pode fazer parte do quadro clínico em pacientes com doença de
Parkinson e podem também ocorrer em pacientes tratados com Prolopa®. Agitação, ansiedade,
insônia, alucinações, delírios e desorientação temporal podem ocorrer particularmente em pacientes
idosos e em pacientes com antecedentes psiquiátricos.
Distúrbios do sistema nervoso: casos isolados de ageusia ou disgeusia foram relatados. Em estágios
tardios do tratamento, pode ocorrer discinesia (coreiformes ou atetóticos). Estes, em geral, podem ser
eliminados ou tornam-se suportáveis com redução da dose. Com tratamento prolongado, podem
ocorrer flutuações da resposta terapêutica, incluindo episódios de acinesia, deterioração de final da
dose e efeito ?on-off?. Estes podem ser eliminados ou tornam-se suportáveis, com ajuste de dose e
administração de doses individuais menores, mais freqüentemente. Posteriormente, pode-se tentar
aumentar a dose novamente, para intensificar o efeito terapêutico. O uso de Prolopa® pode
ocasionar sonolência e pode estar associado muito raramente a sonolência excessiva durante o
dia e episódios de sono de início repentino.
Distúrbios cardíacos: arritmias cardíacas podem ocorrer ocasionalmente.
Distúrbios vasculares: hipotensão ortostática pode ocorrer ocasionalmente. Distúrbios ortostáticos ,
em geral, melhoram com redução da dose de Prolopa®.
Distúrbios gastrintestinais: náusea, vômito e diarréia foram relatados com Prolopa®. Efeitos adversos
gastrintestinais, que podem ocorrer predominantemente em estágios iniciais do tratamento, são em
grande parte controláveis com a ingestão de Prolopa® com alimentos ou líquidos, ou com aumento
gradual da dose.
Distúrbios do tecido subcutâneo e da pele: reações alérgicas como prurido e rubor podem ocorrer em
casos raros. .
Investigações: Aumento transitório de transaminases e fosfatase alcalina pode ocorrer. Aumento
de glutamiltransferase foi relatado.
Elevação dos níveis sangüíneos de uréia pode ser observada com o uso de Prolopa®.
Pode ocorrer alteração da coloração urinária, passando, em geral, a avermelhada, e tornando-se
mais escura, se guardada.
11. SUPERDOSE
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas de superdose são qualitativamente similares aos efeitos adversos de Prolopa®
em doses terapêuticas, mas é provável que sejam mais graves . Superdose pode levar à: efeitos
adversos cardiovasculares (p.e.arritmia cardíaca), distúrbios psiquiátricos (p.e.confusão e insônia),
efeitos gastro-intestinais (p.e.náusea e vômitos) e movimentos involuntários anormais.
Caso um paciente ingira uma superdose de Prolopa® HBS (forma de liberação controlada), a
ocorrência dos sintomas e sinais pode ser retardada devido ao tempo de absorção das substâncias
ativas pelo estômago.
Tratamento
Monitorar os sinais vitais do paciente e instituir medidas de suporte de acordo com o estado clínico do
paciente. Determinados pacientes podem necessitar de tratamento sintomático para efeitos
cardiovasculares (p.e. antiarrítmicos) ou efeitos no sistema nervoso central (p.e. estimulantes
respiratórios e neurolépticos).
Além disso, para formulações de liberação controlada uma maior absorção deve ser evitada utilizando
método apropriado.
12. ARMAZENAGEM
Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30º C).
MS-1.0100.0064
Farm. Resp.: Guilherme N. Ferreira - CRF-RJ nº 4288
Prolopa® comprimidos birranhurados e comprimidos dispersíveis
Fabricado por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Est. dos Bandeirantes, 2020 CEP 22710-104 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 33.009.945/0023-39
Indústria Brasileira
Prolopa® HBS
Fabricado na Suíça por F. Hoffmann-La Roche Ltd. - Basiléia - Suíça
Importado, embalado e distribuído no Brasil por:
Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A.
Est. dos Bandeirantes, 2020 CEP 22710-104 - Rio de Janeiro - RJ
CNPJ: 33.009.945/0023-39
Indústria Brasileira
Serviço Gratuito de Informações ? 0800 7720 289
www.roche.com.br
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
NO do lote, data de fabricação, prazo de validade: vide cartucho.
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